Roteiro de visitas da Assistência abrange serviços da região Sul

O roteiro de visitas às unidades de atendimento que vem sendo cumprido pela Secretária Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos (SMASDH), Vandecleya Moro, continua e, na última sexta-feira, dia 19 de fevereiro, ficou concentrado nos equipamentos sob responsabilidade da Pasta na região sul da cidade. As visitas ajudam a secretária a conhecer os servidores e suas respectivas funções e também a se apropriar da estrutura dos serviços prestados em cada território.

No itinerário percorrido pela secretária da SMASDH na sexta foram visitadas as sedes do Distrito de Assistência Social (DAS), no Parque Itália; do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), no Jardim Leonor; dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) Campo Belo e Bandeiras, e da Coordenadoria Setorial de Apoio aos Equipamentos Sociais (CSAES), também localizado no Jardim Leonor. 


O que mais chamou a atenção da secretária foi a ação intersetorial que ocorre na região. “O DAS Sul tem um trabalho intersetorial muito estruturado, que  permite a discussão dos casos com outras políticas públicas e entre as duas proteções sociais previstas pelo SUAS – Sistema Único de Assistência Social. Isso dá aos técnicos uma ampla visão das situações de vulnerabilidade das famílias que residem nesse território”, comentou Vandecleya Moro.

Gestão  Territorial

A gestão territorial na Região Sul se consolida por meio dos Grupos de Trabalho (GTs) que discutem o reordenamento dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, a transversalidade dos casos com a Saúde e entre as proteções do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

O foco desse trabalho é o reordenamento dos serviços que atuam na prevenção no âmbito da proteção social básica, nos territórios de DAS e CRAS. Essas ações envolvem o atendimento direto às crianças e adolescentes com idade entre 6 e 14 anos, ou ciclos intergeracionais nos serviços de convivência. Também abrangem a realização de oficinas diversas (artesanato, músicas, contação de histórias, ações culturais etc.), rodas de conversa para debater o acesso a direitos sociais e eventos com a comunidade nos próprios CRAS.