Câmara sedia divulgação do Índice de Responsabilidade Social 2016 das cidades da região: Campinas avançou em qualidade de vida e está no grupo com melhores dados em longevidade, escolaridade e riqueza

A Câmara Municipal de Campinas sediou na manhã desta quarta (18) a apresentação pública do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) da região administrativa de Campinas, promovida pela Assembleia Legislativa do estado de São Paulo (Alesp). Os dados, que abordam as 90 cidades que compõem a região administrativa, mostraram uma melhoria na qualidade de vida em Campinas, que subiu no “ranking”, passando do grupo 2 para o 1, mais alto na graduação do índice.
“O IPRS deve funcionar como bússola do investimento público, pois o índice dá um diagnóstico individual de cada um dos 645 municípios e é fundamental para a gestão pública fazer o seu planejamento. O IPRS é uma avaliação que dá um norte ao Estado para onde os investimentos devem ser direcionados”, diz o deputado Cauê Macris (PSDB), presidente da Alesp, que coordenou a apresentação.
O presidente da Câmara de Campinas, Rafa Zimbaldi (PP), ressalta a importância do índice. “É dever e obrigação de todo gestor e agente público olhar para o lado social das cidades e cobrar investimentos na área e ações do poder público, em especial do Executivo. Este trabalho nos mostra os resultados do que está ocorrendo e indica onde as atuações precisam ser mais intensas. Neste sentido, sabemos que Campinas ainda tem muito a melhorar, mas ficamos felizes em ver que a cidade apresentou melhoras, em especial na área de Educação”, pontua.
Reconhecido pela Organização Nacional das Nações Unidas (ONU), o Índice Paulista de Responsabilidade Social leva em consideração os dados de escolaridade, longevidade e riqueza para classificar os municípios. A edição deste ano mostra que Campinas saltou do grupo que ocupava em 2014, o 2 (que agrega municípios bem posicionados no item “riqueza”, porém com deficiência em um dos outros dois indicadores que compõe o IPRS), para o grupo 1 –  que agrega as cidades com bons indicadores nos três itens.

A taxa de atendimento escolar de crianças de 4 e 5 anos, por exemplo, variou de 90,8 para 91.,4%. “O mais significativo na melhora em escolaridade é que isso gera, no futuro, um aumento da riqueza e criação de oportunidades”, avalia Vinicius Schurgelies, diretor-presidente do Instituto do Legislativo Paulista (ILP) da Alesp.
Já a região administrativa como um todo exibe nível de riqueza igual à média estadual e indicadores de longevidade e educação em patamares superiores aos verificados para o estado e a maior parte das regiões. Comparadas às demais 15 regiões administrativas paulistas, a de Campinas é a segunda do estado em longevidade, a terceira em riqueza e a quarta em escolaridade.
Além do deputado Cauê Macris e do presidente Rafa Zimbaldi, estiveram presentes na exposição deputados da região – como  Célia Leão (PSDB), David Zaia (PPS), Feliciano Filho (PEN) e Roberto Moraes (PPS); o vice-prefeito de Campinas Henrique Magalhães Teixeira; os vereadores Paulo Haddad (PPS) e Luiz Henrique Cirilo (PSDB), bem como prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e autoridades de diversas das 90 cidades que compõe a região administrativa de Campinas.


Texto e foto: Central de Comunicação institucional da CMC